Técnica de fisioterapia que usa agulhas filiformes para desativar pontos-gatilho miofasciais e devolver mobilidade ao músculo. Atendimento presencial no consultório de Petrópolis, em Porto Alegre.
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Para quem faz sentido
O agulhamento seco costuma ser indicado quando existe um componente muscular claro na dor. Alguns cenários em que a técnica pode ajudar dentro de um plano de fisioterapia:
- Dor cervical e trapézio tensionado, com pontos sensíveis à palpação
- Lombalgia mecânica associada a quadrado lombar e paravertebrais rígidos
- Dor no ombro ligada a supraespinhoso, infraespinhoso e redondos
- Cefaleia tensional de origem miofascial (temporal, esplênio, suboccipitais)
- Dor no glúteo e piriforme, com irradiação para posterior de coxa
- Fascite plantar e panturrilha encurtada
- Epicondilite lateral e medial (“cotovelo de tenista” e “de golfista”)
- Recuperação de atletas com nódulos musculares recorrentes
Se a sua dor não tem componente miofascial evidente, a Nina pode indicar outra abordagem (terapia manual, exercício ativo, pilates terapêutico) ou combinar recursos. A avaliação define o caminho, não a técnica.
Como é a sessão
Duração: cerca de 50 a 60 minutos, incluindo avaliação, agulhamento e reeducação de movimento no fim.
A agulha: filiforme, estéril, descartável, de uso único. Bem mais fina que a agulha de injeção. Não injeta nenhuma substância, daí o nome “seco”.
O que acontece na aplicação: a Nina localiza o ponto-gatilho por palpação, insere a agulha na banda tensa do músculo e busca a chamada “resposta de contração local”, um pequeno tremor involuntário que sinaliza que o ponto foi atingido. Essa resposta costuma ser rápida e vem acompanhada de uma sensação de peso, formigamento ou dor referida no padrão típico daquele músculo.
Quantas agulhas: varia conforme o quadro, geralmente entre 4 e 12 por sessão. O foco é qualidade do ponto, não quantidade.
Frequência: normalmente 1 sessão por semana, dentro de um plano que combina agulhamento, terapia manual e exercício ativo. Muitos casos respondem em 3 a 6 sessões, mas o número real depende da avaliação inicial e da evolução clínica.
Depois da sessão: é comum sentir a região “dolorida como pós-treino” por 24 a 48 horas. Pequenos hematomas locais podem ocorrer. Você sai andando normalmente e retoma suas atividades no mesmo dia, respeitando o desconforto.
O que a Nina traz de diferente
Agulhamento seco é ato do fisioterapeuta. A Resolução COFFITO 481/2017 reconhece o dry needling como recurso terapêutico do fisioterapeuta habilitado. Não é acupuntura, que segue outra racionalidade (meridianos, medicina tradicional chinesa) e é praticada por outros profissionais. Se quiser entender melhor a diferença, veja agulhamento seco vs acupuntura.
O que você encontra no atendimento:
- Quase 20 anos de prática clínica em fisioterapia manual ortopédica
- Registro ativo CREFITO-5/111220-F, com capacitação específica em dry needling
- Avaliação antes da agulha: sem palpar, testar e entender o quadro, não há indicação para agulhar
- Integração com terapia manual, pilates terapêutico e reeducação de movimento, porque desativar o ponto não resolve se o padrão que gera a tensão continuar
- Honestidade clínica: se o seu caso não é para agulhamento, você vai ouvir isso
Para entender a técnica em profundidade, veja o texto pilar o que é dry needling.
Onde e como agendar
Consultório: Av. Lavras, 625, Petrópolis, Porto Alegre, RS. Fácil acesso para quem vem de Bela Vista, Moinhos de Vento, Mont Serrat, Três Figueiras e Jardim Europa.
Horário: atendimento até 19:00, com agenda por hora marcada.
Como agendar: direto pelo WhatsApp. A primeira mensagem já pode conter o motivo da procura, isso ajuda a Nina a reservar o tempo adequado para a avaliação.
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Perguntas frequentes
Preciso de pedido médico para fazer agulhamento seco?
Não é obrigatório. O fisioterapeuta tem autonomia para avaliar, indicar e aplicar a técnica dentro das suas competências. Se você já tem laudo, exame de imagem ou relatório de outro profissional, traga, ajuda a compor o quadro.
Atende plano de saúde?
No momento o atendimento é particular. É possível emitir recibo com o CREFITO para reembolso conforme as regras do seu plano ou seguro.
Dói muito?
A inserção em si é bem tolerada. O que a maioria descreve como “dor boa” é a resposta local de contração, um espasmo curto do músculo alvo. O desconforto costuma durar segundos, e a sensação pós-sessão lembra dor muscular tardia de treino.
Em quantas sessões vou ver resultado?
Depende do quadro. Casos agudos frequentemente respondem em 2 a 4 sessões. Quadros crônicos costumam precisar de mais tempo, sempre combinados com exercício e correção do padrão que gera a tensão.
Agende sua avaliação
Se você chegou até aqui, provavelmente já pesquisou sobre agulhamento seco e quer entender se faz sentido para o seu caso. O próximo passo é uma avaliação presencial.
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Conteúdo informativo, não substitui avaliação presencial individualizada.
Por Nina Amoretti, Fisioterapeuta, CREFITO-5/111220-F. Atendimento presencial na Av. Lavras, 625, Petrópolis, Porto Alegre.